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Festa Junina Argentina!

Publicado: 10 de junho de 2019 em Uncategorized

As Festas Juninas aqui na 118 Garage estão rolando ao ritmo do tango Argentino.
Hoje recebemos mais uma remessa com vários exemplares de diversas coleções do país vizinho.
Dessa vez chegaram dois modelos da coleção Turismo Carretera, sendo os números 31 e 32, correspondente aos veículos Dodge GTX de Ernesto Bessone e Ford Falcon de Juan Maria Traverso, respectivamente. Belíssimos modelos, como todos dessa coleção, que vale cada centavo investido, e justificam a longevidade da categoria que ainda está em atividade na Argentina e cultiva uma legião de fãs pelo mundo.

Dose dupla de Carreteras Argentinas na escala 1/43.

Turismo Carretera: uma paixão que encanta gerações.

Turismo Carretera: muita história envolvida em cada carro e seu piloto, uma coleção incrível!

Da coleção Autos Inolvidables de Reparto y Servicio recebemos os números 19 e 26, sendo eles uma Volkswagen Kombi 1983 e um imponente caminhão Chevrolet 1946, que por aqui foi conhecido como “Chevrolet Tigre”.

Coleção Autos Inolvidables de Reparto Y Servicio: escala 1/43.

Volkswagen Kombi 1983 e Chevrolet 1946: dupla muito trabalhadora!

VW Kombi 83 e Chevrolet 46, que por aqui ganhou apelido de Tigre, ambos na escala 1/43

Da nova coleção Autos Inolvidables Años 80/90 veio a edição número 7, uma Chevrolet Silverado 1997, que é idêntica a nossa brasileira. Achei um exemplar muito interessante e espero que tenha novas versões. Uma pena não ter saído nas coleções brasileiras, pois aqui foi uma pick-up muito vendida.

Chevrolet Silverado 1997: coleção Autos Inolvidables Años 80/90.

Silverado 97: idêntica à nossa brasileira, mas que não saiu nas coleções por aqui.

Chevrolet Silverado 1997: escala 1/43

Para fechar o lote, chegou uma pick-up Ford F100 1959 vermelha que será mantida no acervo da reserva técnica, porém já tenho projeto para customização definida para a mesma. Esse modelo saiu aqui no Brasil no ano de 1963 se não me engano, mas acredito que a Argentina trazia do mercado norte americano esses modelo, por isso a diferença.

Ford F100 1959 Argentina: provavelmente versão norte americana.

Tentativa e erro

Publicado: 12 de maio de 2019 em Uncategorized

Dando sequência à coleção Turismo Carretera, recebemos mais uma remessa da Argentina com alguns exemplares.
Dessa vez chegaram as edições 28, 29 e 30 dessa coleção maravilhosa, que me surpreende a cada modelo lançado. Junto também veio um exemplar da tal reserva técnica que estou montando na 118 Garage.

Aquisições Argentinas: escala 1/43 seguem a mil na 118Garage.

Um exemplar belíssimo e histórico da coleção Fangio também chegou nesse mesmo lote, e trata-se da carretera Chevrolet 1940 verde, modelo que fará companhia ao outro Chevrolet desta mesma série, o vermelho 1939 do mesmo piloto multicampeão.
Para aproveitar o transporte, e sem perder a mania de agregar modelos exóticos ao acervo, chegou uma curiosa pick-up Mercedes-Benz modelo 220D ano 1972, que com certeza irá chamar muita atenção dos visitantes por aqui ao observarem os expositores.

Miniaturas Argentinas escala 1/43: carreteras sempre presentes, são uma paixão!

A nota triste desse lote de aquisições foi a nossa tentativa de fazer uma nova logística, mais rápida e eficiente, porém deu tudo errado, e a nova tentativa se mostrou cara, lerda e extremamente desgastante psicologicamente, entenda-se burocraticamente.

Automobilismo Costea

Publicado: 13 de abril de 2019 em Uncategorized

Hoje chegou mais uma caixa de preciosidades PlastiCostea!
Essas caixas são sempre uma alegria imensurável aqui na 118 Garage, primeiro porque sou fã do trabalho do Rodolfo Costea, artista que desenvolve todas as customizações possíveis e imagináveis sempre que solicito. Segundo porque suas obras inevitavelmente vão enriquecendo o acervo da 118 Garage a cada projeto novo que é concluído e ingressa no expositor.
Expositor! Eita indivíduo que está me dando uma dor de cabeça danada por aqui! Boa parte dessa dor de cabeça foi gerada pela grande quantidade de itens oriundos da PlastiCostea, e que não devem ser apresentados de qualquer maneira, exigindo um local mais apropriado para acomodá-los. Já tenho um plano para sanar esse problema, e pretendo aplica-lo até o próximo aniversário da 118 Garage.
Enfim, vamos ao que interessa, as miniaturas, e não foram poucas! Montados num belíssimo diorama retratando uma lanchonete, vieram um Ford Galaxie da coleção Carros Inesquecíveis do Brasil que foi todo detalhado, inclusive com bandas brancas nos pneus, e também veio um Jeep Willys da coleção Veículos de Serviço que anteriormente era do Corpo de Bombeiros, mas que agora virou automóvel civil.
Já com modificações mais radicais vieram uma Chevrolet Veraneio que foi personalizada com a temática da empresa aérea TransBrasil utilizada no setor de cargas, e também numa modificação extrema, um Ford 1947 Four Door ex taxi de New York virou um lindíssimo Street Rod com pintura metálica e rodas cromadas.

Diorama Plasticostea: escala 1/43

Mas o forte da PlastiCostea são os veículos de competição, e eles vem com o “pé no porão” como se diz na gíria das pistas! Os quatro exemplares dessa caixa são dignos de troféu de primeiro lugar com certeza absoluta. O Rodolfo sempre me surpreende com algum carro diferente e dessa vez foi com o Ford Maverick do piloto Marco Emilio, utilizado nas 12 Horas de Goiânia em 1975, miniatura que é perfeita e fiel ao modelo original de época, e não há o que retocar ou detalhar.

Automobilismo raiz: escala 1/43 Plasticostea

Para não perdermos o costume, tinha que vir um Chevrolet Opala, e o representante foi um belíssimo exemplar 1980 da equipe TransBrasil, com sua pintura muito chamativa, apesar do branco ser predominante. Parece contraditório, mas não é, e ao vivo se percebe bem o efeito das cores coloridas do patrocínio no carro branco.
Outro modelo que foi ideia do artista Rodolfo reproduzir e que acabou criando uma espécie de problema por aqui foi o DKW Vemag número 88 vermelho. Esse carro na realidade existe, e foi uma homenagem feita pelo piloto e colecionador Teodoro Janusz para uma dupla de pilotos que correu as 12 Horas de Tarumã em 1972. Janusz modificou seu carro em 2011 para competir a CopaClassic no Rio Grande do Sul e personalizou o mesmo exatamente como era o DKW da dupla. Rodolfo fez a miniatura exata do carro e ficou incrivelmente linda, tanto que me apaixonei pelos DKWs de corrida e já estou querendo outros no acervo!

Automobilismo de verdade em escala 1/43: Plasticostea

Mas o modelo que eu mais aguardava era a carretera da equipe galgos brancos. Essa ford coupe 1940 de número 2 pilotada por Catharino Andreatta e Breno Fornari foi vencedora por diversas vezes das mil milhas brasileiras, se não me engano três vezes! Fora isso foram vários segundos lugares e outros tantos títulos em outras competições. É um marco do automobilismo brasileiro e em especial gaúcho.
Sou apaixonado pelas carreteras e este carro é com certeza um dos mais importantes que tenho na coleção produzidos pelo Rodolfo. Em breve virão mais alguns e a contabilidade do acervo PlastiCostea vai chegar facilmente aos 100 exemplares. Só faltam mais 8 pela aferição atual!

Março Argentino!

Publicado: 26 de março de 2019 em Uncategorized

O mês de março foi totalmente argentino aqui na 118 Garage.
Apesar da logística ter sido muito bem planejada, o correio no Brasil ainda é uma questão a ser estudada por alienígenas, pois não há ser humano que entenda o que ocorre nesta instituição!
Enfim, chegaram várias caixas juntas, algumas bem judiadas inclusive, mas felizmente sem danos ao conteúdo.
Passada a adrenalina com as caixas, eis que surgem as miniaturas e eram as carreteras da coleção TC Argentina, que agora estão completas até a edição 27, e ainda possuem a companhia do exemplar da Chevrolet 1939 número 2 do Fangio, que saiu numa coleção que leva o nome deste grande piloto.

Carreteras da coleção TURISMO CARRETERA ARGENTINA 1/43

Em meio a outras carreteras que chegaram para formar a reserva técnica do acervo, vieram três exemplares incríveis: a DODGE D100 1975 da coleção Inolvidables, IKA JEEP 1964 Forza Aérea Argentina e MERCEDES-BENZ 170D 1951, ambos da coleção Reparto y Servício.

IKA JEEP – DODGE D100 – MB 170D

Belíssimos exemplares das coleções argentinas na escala 1/43

Também da coleção argentina, mas vindo da China, recebemos esse IKA Jeep 1956 versão aberta. Um exemplar muito bonito e que vem somar ao acervo “JEEP” da 118 Garage, que não para de crescer.

IKA JEEP 1956: coleção argentina 1/43

IKA JEEP 1956: argentino 1/43

Hoje recebi mais algumas peças preciosas da Volare Brasil.
São seis diamantes muito bem lapidados e raros dos tempos de ouro do Automobilismo Brasileiro!
Dentre as várias aquisições destaco a dupla de Fiat 600 Abarth da Equipe Jolly Gancia. O de número 47 competiu nas 3 Horas de Velocidade na Barra da Tijuca em 1964 e foi pilotado por Wilson Fittipaldi Jr., chegando em 3º na sua categoria.

Fiat 600 Abarth da Equipe Jolly Gancia: miniaturas na escala 1/43 produzidas pela Volare Brasil.

Já o de número 45 correu os 1000 Km de Brasília em 1966 e chegou em 5º lugar na geral com a dupla Lulla Gancia e Felice Albertini.

Equipe Jolly Gancia: muita história no automobilismo brasileiro.

Cabe aqui contar um pouco de história. Lulla Gancia faleceu em junho de 2016 aos 92 anos, era viúva de Piero Gancia, falecido em novembro de 2001. Dentre outras atividades comerciais que desenvolveram no país além do comércio de vinhos e vermutes, a família passou a ser o importador oficial da Alfa Romeo, Lamborghini e Ferrari. Piero iniciou nas corridas em 1962 e a esposa, por estar envolvida nesse universo ingressou em seguida, em 1963. Na corrida dos 1000 Km de Brasília em 1966, Lulla fez dupla com o motorista da família, Felice, que tivera um curso de pilotagem custeado por Piero, que achava necessário que o motorista da família tivesse as mesmas habilidades de um piloto.
A Volare Brasil está recriando na escala 1/43 vários carros da equipe Jolly Gancia, uma das mais importantes na história do automobilismo brasileiro, e claro que vou tentar incorporar todos os exemplares possíveis ao acervo da 118 Garage.
Outra dupla que chegou para impressionar foram as carreteras Gordini da Equipe Concessionaria Cipan. Ambas competiram nos 1600 Km de Interlagos em 1965.

Carreteras Gordini da Equipe Concessionaria Cipan

A de numeral 46 foi pilotada por Bird Clemente e Wilson Fittipaldi Jr. e chegou em 2º lugar na geral. A carretera de numeral 47 foi conduzida por Luiz Pereira Bueno e José Carlos Pace e chegou em 1º lugar na classificação geral.

Carreteras Gordini Equipe Concessionaria Cipan

O que impressiona em ambas é o nível de preparação dos modelos, ou seja, os carros foram muito aliviados no peso, tendo partes da carroceria eliminados, e claro, o motor muito bem envenenado. Talvez por isso fizeram dobradinha e entraram para a história pelo grande feito!

Carreteras Gordini Equipe Concessionaria Cipan

Carreteras Gordini Equipe Concessionaria Cipan

Outra preciosidade que chega é a berlineta Willys Interlagos que venceu o GP 1500 Km de Interlagos de 1963 pilotada por Chico Landi e Marivaldo Fernandes. Essa corrida marca a primeira vitória de Marivaldo, que passa a utilizar o numeral 45 em seus carros e dá início a uma carreira brilhante de muitas vitórias.

Willys Interlagos Berlineta: primeira vitória de Marivaldo Fernandes.

Por último, um modelo que relutei em adquirir. Fiquei em dúvida se colocaria ou não no acervo, mas em memória ao grande piloto que o conduziu, Christian Heins, tive que ceder. Trata-se de um Renault Alpine M63 que participou da XXXI 24 Horas de Le Mans.

Renault Alpine M63: Equipe Interlagos Alpine para XXXI 24 Horas de Le Mans.

Christian participava das 24 Horas de Le Mans em dupla com José Rosinski, o brasileiro pilotava o Alpine M63 e estava liderando a corrida na sua categoria, e ocupando a 3ª colocação no geral, quando na 6ª hora de prova o carro derrapou no óleo deixado por outro carro, bateu num adversário que havia rodado, deu uma cambalhota, bateu num poste de iluminação e incendiou-se, ficando o piloto preso nas ferragens desfalecido. Os bombeiros tiveram dificuldades em abrandar o fogo e retirá-lo. Foi levado com urgência para o hospital onde os médicos constataram que ele já estava morto, enquanto os destroços do Alpine continuavam ardendo intensamente junto à pista.
Apesar de não ter as mesmas oportunidades que surgiram a partir da era Emerson, Christian Heins obteve muito destaque no Brasil e no exterior, mas infelizmente se foi cedo demais, tinha 28 anos quando perdeu a vida nas pistas, e mesmo assim é considerado um dos maiores pilotos brasileiros.

Os extremos: o início de uma carreira vitoriosa de Marivaldo Fernandes com o Interlagos vermelho 45 e o fim de uma carreira mais que promissora, já vitoriosa de Christian Heins com o Alpine azul 48.